Quem será "mais Brasil"?

Quem será "mais Brasil" em Londres 2012?

Enquadramentos no telejornalismo esportivo dos Jogos Olímpicos

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06 - LUZES, CÂMERAS, AÇÃO 06 - LUZES, CÂMERAS, AÇÃO

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PEREIRA, Rogério Santos et al. Luzes, Câmeras, Ação: enquadrando a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos/2012. In: PIRES, Giovani de Lorenzi; LISBÔA, Mariana Mendonça (Org.). Quem será "mais Brasil" em Londres 2012? Enquadramentos no telejornalismo esportivo dos Jogos Olímpicos. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 53-72, 2015.

RESUMO

A cada edição dos Jogos Olímpicos de Verão, a cerimônia de abertura é um dos acontecimentos que mais desperta a expectativa e a atenção do público e da mídia. Por inaugurar oficialmente o evento esportivo mundial, nossa expectativa era a de que a cerimônia de abertura já trouxesse indicativos representativos de como os acontecimentos dos JO/2012 seriam enquadrados pelos telejornais das três principais emissoras televisivas do Brasil: a Rede Record – detentora dos direitos exclusivos de transmissão para a TV aberta brasileira; a Rede Globo – tradicional veiculadora do evento que perdeu a disputa para a aquisição dos direitos televisivos dos JO/2012 para sua a principal concorrente; e a Rede Bandeirantes – outrora conhecida como “o canal do esporte” (anos 1980 e 1990), a emissora possui tradição na cobertura esportiva.

07 - A CONQUISTA DE ARTHUR ZANETTI 07 - A CONQUISTA DE ARTHUR ZANETTI

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SILVEIRA, Juliano et al. A conquista de Arthur Zanetti e as estratégias da mídia esportiva: um exercício com a teoria do enquadramento. In: PIRES, Giovani de Lorenzi; LISBÔA, Mariana Mendonça (Org.). Quem será "mais Brasil" em Londres 2012? Enquadramentos no telejornalismo esportivo dos Jogos Olímpicos. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 73-90, 2015.

RESUMO

Durante a cobertura jornalística dos Jogos Olímpicos 2012 de Londres um fato curioso nos chamou a atenção: todas as esperanças de medalhas na ginástica artística masculina, criadas e ressaltadas pela mídia, apostavam no ginasta Diego Hypólito, especialmente pelo seu retrospecto de resultados expressivos em competições internacionais. No entanto, ocorreu o não planejado pelo coro das vozes midiáticas: Diego Hypólito não conseguiu classificar-se para as finais e em seu lugar outro atleta despontou: Arthur Zanetti.

08 - FUTEBOL BRASILEIRO NOS JOGOS OLÍMPICOS LONDRES/2012 08 - FUTEBOL BRASILEIRO NOS JOGOS OLÍMPICOS LONDRES/2012

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FERMINO, Antonio Luis et al. Futebol Brasileiro nos Jogos Olímpicos Londres/2012: enquadramentos da cobertura jornalística da televisão aberta. In: PIRES, Giovani de Lorenzi; LISBÔA, Mariana Mendonça (Org.). Quem será "mais Brasil" em Londres 2012? Enquadramentos no telejornalismo esportivo dos Jogos Olímpicos. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 91-116, 2015.

RESUMO

A medalha de ouro olímpica é a única conquista mundial que o futebol brasileiro ainda não conseguiu alcançar. A cada edição dos Jogos Olímpicos, o “País do Futebol” renova suas expectativas de quebrar esse tabu; não foi diferente em Londres/2012. O futebol, como prática sociocultural, guarda profunda identificação com a sociedade brasileira, ainda maior quando se trata da seleção, que coloca em segundo plano as paixões clubísticas, unificando assim a torcida nacional. Por isso, o discurso da mídia esportiva lembrava o tempo todo dessa “missão” do time do treinador Mano Menezes, ainda que não se tratasse da seleção principal. Tal responsabilidade e expectativa decorriam igualmente do fato de que, nos anos seguintes, a realização dos megaeventos esportivos (Copa do Mundo/2014 e Jogos Olímpicos/2016) será no Brasil, fazendo com que os Jogos de Londres (JO/2012) fossem também uma espécie de preparação para o futuro próximo.

09 - "DAY AFTER" 09 - "DAY AFTER"

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POFFO, Bianca Natália et al. "Day After": o adeus aos Jogos Olímpicos de Londres/2012 e as boas vindas ao Rio/2016. In: PIRES, Giovani de Lorenzi; LISBÔA, Mariana Mendonça (Org.). Quem será "mais Brasil" em Londres 2012? Enquadramentos no telejornalismo esportivo dos Jogos Olímpicos. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 117-135, 2015.

RESUMO

Durante a realização dos Jogos Olímpicos (JO) de 2012, ficou em evidência o discurso midiático criando uma pauta de agendamento através da cobertura do evento em Londres, em relação às Olimpíadas de 2016 - a ser realizada no Brasil. Diante das citações acima, é possível sentir a aura nacionalista, rodeada de expectativas atreladas ao país sede dos Jogos de 2016, que retrata as “boas-vindas” dedicadas ao Brasil, ao colorido que dominou o estádio olímpico de Wembley, a alegria de sediar um megaevento como este, à preparação que traz consigo desafios “gigantes” e até um tímido espaço para a questão dos altos investimentos e projetos que ainda estão no papel.

10 - CONSIDERAÇÕES FINAIS 10 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

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LISBÔA, Mariana Mendonça et al. Considerações Finais: em busca de redundâncias e de especificidades. In: PIRES, Giovani de Lorenzi; LISBÔA, Mariana Mendonça (Org.). Quem será "mais Brasil" em Londres 2012? Enquadramentos no telejornalismo esportivo dos Jogos Olímpicos. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 137-153, 2015.

RESUMO

Os Jogos Olímpicos (JO) constituem-se, hoje, em um dos maiores produtos midiáticos de entretenimento, mobilizando grande interesse jornalístico e estratégias publicitárias, que concorrem para viabilização e exploração do espetáculo esportivo. A edição de Londres 2012 (JO/2012), de acordo com dados do Comitê Olímpico Internacional (COI, 2012)1, superou todos os recordes de cobertura e audiência da história dos jogos da Era Moderna.