Artigos publicados em periódicos

Acesso aberto aos artigos publicados pelos integrantes do LaboMídia em 2013.

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Mídia-Educação e suas interfaces. Mídia-Educação e suas interfaces.

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Adicionado em: 17/09/2013
Date modified: 17/09/2013
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MEZZAROBA, Cristiano; GARCIA, Luciana Carolline Pina; DORENSKI, Sérgio. Mídia-Educação e suas interfaces com a Educação Física: Algumas experiências do LaboMidia/UFS. Praxia, UEG, Goiânia, v. 1, n. 2, p. 118-130, 2013.

RESUMO:

Neste texto, caracterizado como um relato de experiência, apresentamos um panorama teórico em torno das questões relacionadas à mídia-educação e as aproximações que estão sendo realizadas no âmbito da formação inicial e continuada em Educação Física (EF), especialmente no contexto do Grupo LaboMidia da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Desde 2007, com seu surgimento, vem se consolidando regionalmente e trabalhando de maneira interdisciplinar, em torno da formação de professores de EF, tendo no referencial da mídia-educação um de seus balizadores.

Saúde e Mídia na Modernidade Líquida Saúde e Mídia na Modernidade Líquida

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Adicionado em: 12/09/2013
Date modified: 19/09/2013
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CAETANO, Angélica. Saúde e Mídia na Modernidade Líquida: para pensar os desafios da Educação Física escolar. Praxia, UEG, Goiânia, v. 1, n. 2, p. 180-191, 2013.

RESUMO

Viver com saúde (ou aparentar ser saudável) é hoje, mais do que nunca, uma preocupação que perpassa todos os segmentos da sociedade, inclusive os interesses de órgãos públicos e privados. Esta preocupação atravessa diferentes faixas etárias, classes sociais e gêneros e se apóia cada vez mais nos meios de comunicação de massa como principal conselheiro moderno. A Educação Física precisa se atentar e problematizar os discursos que envolvem essa temática em prol de uma formação crítica. Este ensaio tem como objetivo discursar sobre a relação saúde e ciência, contextualizando o desenrolar desta crença para os meios de comunicação na contemporaneidade, apoiando-se nas anotações do sociólogo Bauman.

A Orla de Atalaia em Aracaju/SE e seus equipamentos de esporte e lazer A Orla de Atalaia em Aracaju/SE e seus equipamentos de esporte e lazer

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Adicionado em: 03/09/2013
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MENDES, Diego de Sousa et al. A Orla de Atalaia em Aracaju/SE e seus equipamentos de esporte e lazer como problemática de pesquisa: levantamento e discussão dos dados. Scientia Plena, Aracaju/SE, v. 9, n. 8, 2013.

RESUMO

O presente estudo analisou a infraestrutura de esporte e lazer da Orla da praia de Atalaia em Aracaju/SE, entre maio e dezembro/2010, no qual se identificou as condições de manutenção, acesso e uso dos equipamentos de esporte e lazer desse espaço. Os dados indicam a predominância de equipamentos esportivos de lazer, em detrimento dos infantis e culturais; um processo gradativo de privatização de alguns equipamentos públicos; a ausência de projetos e políticas públicas de incentivo ao pleno acesso da população aos equipamentos; estrutura diversificada de suporte ao lazer, mas com deficiências em relação aos banheiros e transporte públicos e segurança no local. As conclusões indicam a necessidade do estado de Sergipe e do município de Aracaju reavaliarem e ampliarem as políticas públicas de esporte e lazer neste espaço, para garantir o pleno acesso da população local, e não apenas aos turistas e às classes mais abastadas.

Educação Física e tecnologias de informação e comunicação - TICs: uma aproximação para a transformação? Educação Física e tecnologias de informação e comunicação - TICs: uma aproximação para a transformação?

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LISBOA, M.; ZIEGLER, A. Educação Física e tecnologias de informação e comunicação - TICs: uma aproximação para a transformação?. Revista entreideias: educação, cultura e sociedade. Salvador/BA, v.1, n. 1, p. 153-158, jul.-dez./2012. Disponível em: http://www.portalseer.ufba.br/index.php/entreideias/article/view/6604/4860. Acesso em: 01 Jun. 2013.

RESUMO

A nossa aproximação com o trabalho resenhado a seguir, ocor- reu após um levantamento da produção em Educação Física e Mídia nos Programas de Pós-Graduação em Educação do Brasil, realiza- do como uma tarefa didático-pedagógica da disciplina Seminário Avançado de Pesquisa em Educação Física, Mídia e Tecnologias1, no Programa de Pós-Graduação em Educação Física (PPGEF) da Uni- versidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Concomitantemente, foi lançado o desafio de nos debruçarmos com mais profundidade e detalhamento em uma pesquisa (tese), refletindo e dialogando com/sobre os saberes e fazeres científicos da temática de estudo. 

Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer

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Adicionado em: 22/05/2013
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FERRARI, Rodrigo Duarte; PIRES, Giovani de Lorenzi. Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer. Motriz, Rio Claro, v.19 n.2, p.288-297, abr./jun. 2013.

RESUMO

A partir da experiência de desenvolvimento e administração do RIRC, um projeto realizado pelo LaboMídia/UFSC com o apoio da Rede CEDES/Ministério do Esporte, delimitamos o uso desse repositório digital como objeto de pesquisa de uma dissertação de mestrado. Dessa forma, organizamos esse trabalho com base nas discussões teóricas que envolvem a gestão da informação e do conhecimento no âmbito do esporte e lazer brasileiro, sobretudo, pelos princípios do movimento mundial a favor da promoção do acesso aberto à informação e conhecimento científico. Nesse contexto, investigamos como o RIRC era percebido pelos gestores e pesquisadores da Rede CEDES, durante os anos de 2010 e 2011. A delimitação deste problema de pesquisa criou condições para observar e refletir sobre o compromisso social e político dos integrantes da Rede CEDES em organizar e disponibilizar as produções dessa ação ministerial. Sendo assim, descrevemos, analisamos e refletimos sobre a percepção dos integrantes da Rede CEDES em relação ao RIRC, no escopo da gestão da informação e do conhecimento em esporte e lazer. Realizamos treze entrevistas com os integrantes da Rede CEDES no período de 19/11/2010 até 14/09/2011 e utilizamos algumas estatísticas do RIRC e da própria rede como dados. Por conta dessa estrutura, esta pesquisa se caracterizou como um estudo de caso qualitativo, entendimento que nos orientou durante a coleta, análise, discussão e interpretação dos dados. Após a construção dos caminhos teóricos e metodológicos definimos quatro eixos de discussão dos dados: a) Contexto sócio-histórico de construção da Rede CEDES; b) O processo de desenvolvimento do RIRC; c) O RIRC como política pública; e d) O RIRC no contexto da cultura participativa. O diálogo entre esses eixos e o referencial teórico fundamenta a apresentação dos achados desta pesquisa, dos quais destacamos inicialmente que o RIRC é percebido pelos integrantes da Rede CEDES entrevistados como uma iniciativa relevante no âmbito das políticas públicas em esporte e lazer no Brasil. Todavia, menos de 20% do potencial do sistema foi utilizado pelos integrantes da Rede CEDES no período em que realizamos essa investigação. Isso indica que há contradições entre um discurso pautado pelas qualidades ideais dos repositórios digitais e do acesso aberto em contraste com a prática efetiva que deveria materializar esse discurso. Entre outras reflexões, consideramos que o RIRC se configura como uma ferramenta que demonstra algumas necessidades relativas às possibilidades de mudanças culturais dos integrantes da Rede CEDES, no que se refere à produção e veiculação das informações e conhecimentos da rede, para que a proposta se efetive. Isso depende, principalmente, do Ministério do Esporte considerar a inclusão da gestão das informações e dos conhecimentos de interesse público em acesso aberto, como prioridade da política ministerial no campo do esporte. Com base na literatura científica e nos dados dessa pesquisa, compreendemos que a definição e o cumprimento de um mandado que garanta o autoarquivamento no RIRC pelos pesquisadores da Rede CEDES poderia ser um primeiro passo. Todavia, o RIRC é uma proposta isolada na estrutura do ME e não foi desenvolvido para atender todas as demandas desse ministério. Esse fato subsidia nossa compreensão de que não podemos pensar na materialização de uma proposta de gestão da informação e do conhecimento em esporte e lazer, como política pública do ME, enquanto o RIRC for a única ação concreta com esse propósito no ministério.