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CULTURA PARTICIPATIVA, MÍDIA-EDUCAÇÃO E PONTOS DE CULTURA CULTURA PARTICIPATIVA, MÍDIA-EDUCAÇÃO E PONTOS DE CULTURA

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Adicionado em: 22/05/2013
Date modified: 22/05/2013
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GIRARDELLO, Gilka; PEREIRA, Rogério Santos; MUNARIM, Iracema. Cultura participativa, mídia-educação e pontos de cultura: aproximações conceituais. Atos de Pesquisa em Educação, Blumenau/SC, v. 8, n. 1, p. 239-258, jan./abr. 2013.

RESUMO

Este artigo é um exercício de aproximação entre dois referenciais teórico-metodológicos estudados em nosso grupo de pesquisa nos últimos anos, sempre à procura de responder às demandas educativas dos contextos em que atuamos, em ensino, pesquisa e extensão. O primeiro desses quadros de referência é o Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania – Cultura Viva – criado no ano de 2004 pelo Ministério da Cultura para potencializar iniciativas já existentes no país e estimular e fortalecer uma rede nacional de criação e gestão cultural. Nossa reflexão toma como base os Novos Mapas Conceituais (BRASIL, 2009) sistematizados de forma colaborativa nos documentos do projeto Cultura Viva. O segundo quadro teórico de referência é a síntese propositiva dos desafios que a cultura participativa contemporânea coloca à mídia-educação, elaborada por um grupo de pesquisadores norte-americanos sob a coordenação de Henry Jenkins (JENKINS et al., 2006). Outro tema que atravessa a discussão neste artigo é o da tradução como mediação intercultural, que surge na busca por fazer aproximar e convergir ideias sobre mídia-educação e cultura participativa advindas de diferentes domínios linguísticos e culturais. A reflexão sobre essas diferentes realidades (propostas práticas, quadros teóricos e documentos) tenta resumir e organizar um imenso número de questões, por meio de um trabalho coletivo, polifônico e comprometido com as práticas culturais cotidianas, em escolas e comunidades. Nossa tentativa de “fazê-los conversar”, aqui apenas iniciada, é necessariamente um convite a que mais colegas entrem na conversa.

Formação de professores de Educação Física na EAD Formação de professores de Educação Física na EAD

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Adicionado em: 08/04/2013
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QUARANTA, André Marsiglia; PIRES, Giovani De Lorenzi. Formação de professores de Educação Física na EAD: inserção na cultura escolar através do estágio supervisionado. Revista brasileira de Ciência e Movimento,21(1):51-65, 2013. Disponível em: http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/article/view/3333/2485

RESUMO

A formação de professores de Educação Física vem atravessando grandes mudanças nos últimos anos. O advento das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica (Resolução CNE/CP 01-2002) e para os cursos de Graduação em Educação Física (Resolução CNE/CES 07-2004) provocou um amplo movimento de debate curricular na área. A expansão dos cursos de licenciatura na modalidade a distancia (EAD) traz novos elementos para o cenário acadêmico em geral e, de forma mais específica, à Educação Física, área onde a sua presença, embora ainda discreta, já se faz presente. O presente estudo, realizado através de pesquisa de múltiplos casos, teve como objetivo refletir sobre as experiências docentes de quatro acadêmicos de um curso de licenciatura em Educação Física - modalidade EAD - por meio do estágio supervisionado, cujo critério de inclusão foi a ausência de experiências docentes no âmbito da Educação Física. Constituem o corpus de análise: os subsídios teórico-metodológicos propostos pelo curso (PPP) e pela disciplina estágio supervisionado I (educação infantil); a elaboração e avaliação dos planejamentos de ensino no estágio; os planos de aula e os respectivos relatórios de estágio. Também foram realizadas entrevistas do tipo semi-estruturada com os sujeitos-caso, além do coordenador e do tutor presencial do polo, estes últimos apenas para compreender o funcionamento do polo e do apoio pedagógico prestado. A discussão dos dados foi organizada a partir de elementos teórico-metodológicos sugeridos pela técnica de análise de conteúdo, com variações a partir da análise temática. Como considerações finais, destacamos a importância do estágio como experiência fundamental na formação inicial de professores, sobretudo na modalidade de educação a distância.

OSCAR PISTÓRIUS, UM DEFICIENTE EFICIENTE? OSCAR PISTÓRIUS, UM DEFICIENTE EFICIENTE?

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ZOBOLI, Fabio; QUARANTA, André Marsiglia; MEZZAROBA, Cristiano. Oscar Pistórius, um deficiente eficiente? Considerações sobre a segregação/inclusão no paradesporto: um olhar a partir da mídia. Atos de Pesquisa em Educação, Blumenau/SC, v. 8, n. 1, p. 259-286, jan./abr. 2013.

RESUMO

Neste texto, abordamos as questões pertinentes à inclusão e segregação que puderam ser observadas ao se fazer o acompanhamento de um veículo midiático em relação a Oscar Pistórius, atleta sul-africano, e toda polêmica que o envolveu quando do Mundial de Atletismo/2011 realizado na Coreia do Sul, entre 27 de agosto a 04 de setembro. Analisamos o Portal Globo.com, acompanhando as notícias sobre a participação de Pistórius no período de um mês. Foram 24 notícias relacionadas, sendo analisadas 23 delas a partir da hermenêutica de profundidade. Percebemos a existência de um agendamento em relação ao referido atleta, pelo seu ineditismo e polêmica envolvida, ou seja, ser o primeiro atleta biamputado a competir em eventos competitivos para atletas sem deficiência – embora o foco tenha sido simplista, sem aprofundar tal questão. A partir do que foi investigado, visualizam-se as tensões geradas entre as questões de segregação e inclusão, pelas oposições entre “normal” versus “deficiente”, entre “homem” versus “máquina”. Esta última – mistura homem x máquina – é constatada tanto nos fragmentos de textos das reportagens analisadas como também no material fotográfico que acompanha as notícias. Outra consideração que pode ser feita sobre a pesquisa realizada é sobre uma possível redefinição do conceito de conquistas atléticas, já que Pistórius, com seu ineditismo e sua polêmica, quebra paradigmas nesse processo de segregação/inclusão e coloca em xeque a natureza humana com o uso de suas próteses mecânicas.

Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer

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FERRARI, Rodrigo Duarte; PIRES, Giovani de Lorenzi. Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer. Motriz, Rio Claro, v.19 n.2, p.288-297, abr./jun. 2013.

RESUMO

A partir da experiência de desenvolvimento e administração do RIRC, um projeto realizado pelo LaboMídia/UFSC com o apoio da Rede CEDES/Ministério do Esporte, delimitamos o uso desse repositório digital como objeto de pesquisa de uma dissertação de mestrado. Dessa forma, organizamos esse trabalho com base nas discussões teóricas que envolvem a gestão da informação e do conhecimento no âmbito do esporte e lazer brasileiro, sobretudo, pelos princípios do movimento mundial a favor da promoção do acesso aberto à informação e conhecimento científico. Nesse contexto, investigamos como o RIRC era percebido pelos gestores e pesquisadores da Rede CEDES, durante os anos de 2010 e 2011. A delimitação deste problema de pesquisa criou condições para observar e refletir sobre o compromisso social e político dos integrantes da Rede CEDES em organizar e disponibilizar as produções dessa ação ministerial. Sendo assim, descrevemos, analisamos e refletimos sobre a percepção dos integrantes da Rede CEDES em relação ao RIRC, no escopo da gestão da informação e do conhecimento em esporte e lazer. Realizamos treze entrevistas com os integrantes da Rede CEDES no período de 19/11/2010 até 14/09/2011 e utilizamos algumas estatísticas do RIRC e da própria rede como dados. Por conta dessa estrutura, esta pesquisa se caracterizou como um estudo de caso qualitativo, entendimento que nos orientou durante a coleta, análise, discussão e interpretação dos dados. Após a construção dos caminhos teóricos e metodológicos definimos quatro eixos de discussão dos dados: a) Contexto sócio-histórico de construção da Rede CEDES; b) O processo de desenvolvimento do RIRC; c) O RIRC como política pública; e d) O RIRC no contexto da cultura participativa. O diálogo entre esses eixos e o referencial teórico fundamenta a apresentação dos achados desta pesquisa, dos quais destacamos inicialmente que o RIRC é percebido pelos integrantes da Rede CEDES entrevistados como uma iniciativa relevante no âmbito das políticas públicas em esporte e lazer no Brasil. Todavia, menos de 20% do potencial do sistema foi utilizado pelos integrantes da Rede CEDES no período em que realizamos essa investigação. Isso indica que há contradições entre um discurso pautado pelas qualidades ideais dos repositórios digitais e do acesso aberto em contraste com a prática efetiva que deveria materializar esse discurso. Entre outras reflexões, consideramos que o RIRC se configura como uma ferramenta que demonstra algumas necessidades relativas às possibilidades de mudanças culturais dos integrantes da Rede CEDES, no que se refere à produção e veiculação das informações e conhecimentos da rede, para que a proposta se efetive. Isso depende, principalmente, do Ministério do Esporte considerar a inclusão da gestão das informações e dos conhecimentos de interesse público em acesso aberto, como prioridade da política ministerial no campo do esporte. Com base na literatura científica e nos dados dessa pesquisa, compreendemos que a definição e o cumprimento de um mandado que garanta o autoarquivamento no RIRC pelos pesquisadores da Rede CEDES poderia ser um primeiro passo. Todavia, o RIRC é uma proposta isolada na estrutura do ME e não foi desenvolvido para atender todas as demandas desse ministério. Esse fato subsidia nossa compreensão de que não podemos pensar na materialização de uma proposta de gestão da informação e do conhecimento em esporte e lazer, como política pública do ME, enquanto o RIRC for a única ação concreta com esse propósito no ministério.

Jogos da Cultura Popular no Brasil e Uruguai: um estudo de casos na Educação Física escolar Jogos da Cultura Popular no Brasil e Uruguai: um estudo de casos na Educação Física escolar

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PIOVANI, Verónica G. Silva; PIRES, Giovani De Lorenzi. Jogos da Cultura Popular no Brasil e Uruguai: um estudo de casos na Educação Física escolar. Revista Licere, v. 16, n. 3, setembro/2013.

 

RESUMO: O objetivo do estudo foi analisar e comparar as manifestações dos jogos da cultura popular e seu intercâmbio entre turmas de dois países, na Educação Física escolar. A proposta metodológica se fundamentou no estudo de caso. Os resultados evidenciaram que as brincadeiras tradicionais são estímulo para as crianças construir e compartilhar sua aprendizagem; em alguns contextos estão sofrendo certo esquecimento/desconhecimento e estão fortemente influenciadas pelas diferenças de gênero. Sugere-se que a EF escolar, no Brasil e no Uruguai, explore as possibilidades de seu ensino, problematizando estes aspectos, para não omitir seu conhecimento na construção da cultura corporal de movimento das crianças.

PALAVRAS CHAVE: Jogos e Brinquedos. Educação Física e Treinamento. Atividades de Lazer.