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Formação de professores de Educação Física na EAD Formação de professores de Educação Física na EAD

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Adicionado em: 08/04/2013
Date modified: 08/04/2013
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QUARANTA, André Marsiglia; PIRES, Giovani De Lorenzi. Formação de professores de Educação Física na EAD: inserção na cultura escolar através do estágio supervisionado. Revista brasileira de Ciência e Movimento,21(1):51-65, 2013. Disponível em: http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/article/view/3333/2485

RESUMO

A formação de professores de Educação Física vem atravessando grandes mudanças nos últimos anos. O advento das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica (Resolução CNE/CP 01-2002) e para os cursos de Graduação em Educação Física (Resolução CNE/CES 07-2004) provocou um amplo movimento de debate curricular na área. A expansão dos cursos de licenciatura na modalidade a distancia (EAD) traz novos elementos para o cenário acadêmico em geral e, de forma mais específica, à Educação Física, área onde a sua presença, embora ainda discreta, já se faz presente. O presente estudo, realizado através de pesquisa de múltiplos casos, teve como objetivo refletir sobre as experiências docentes de quatro acadêmicos de um curso de licenciatura em Educação Física - modalidade EAD - por meio do estágio supervisionado, cujo critério de inclusão foi a ausência de experiências docentes no âmbito da Educação Física. Constituem o corpus de análise: os subsídios teórico-metodológicos propostos pelo curso (PPP) e pela disciplina estágio supervisionado I (educação infantil); a elaboração e avaliação dos planejamentos de ensino no estágio; os planos de aula e os respectivos relatórios de estágio. Também foram realizadas entrevistas do tipo semi-estruturada com os sujeitos-caso, além do coordenador e do tutor presencial do polo, estes últimos apenas para compreender o funcionamento do polo e do apoio pedagógico prestado. A discussão dos dados foi organizada a partir de elementos teórico-metodológicos sugeridos pela técnica de análise de conteúdo, com variações a partir da análise temática. Como considerações finais, destacamos a importância do estágio como experiência fundamental na formação inicial de professores, sobretudo na modalidade de educação a distância.

CULTURA PARTICIPATIVA, MÍDIA-EDUCAÇÃO E PONTOS DE CULTURA CULTURA PARTICIPATIVA, MÍDIA-EDUCAÇÃO E PONTOS DE CULTURA

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Adicionado em: 22/05/2013
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GIRARDELLO, Gilka; PEREIRA, Rogério Santos; MUNARIM, Iracema. Cultura participativa, mídia-educação e pontos de cultura: aproximações conceituais. Atos de Pesquisa em Educação, Blumenau/SC, v. 8, n. 1, p. 239-258, jan./abr. 2013.

RESUMO

Este artigo é um exercício de aproximação entre dois referenciais teórico-metodológicos estudados em nosso grupo de pesquisa nos últimos anos, sempre à procura de responder às demandas educativas dos contextos em que atuamos, em ensino, pesquisa e extensão. O primeiro desses quadros de referência é o Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania – Cultura Viva – criado no ano de 2004 pelo Ministério da Cultura para potencializar iniciativas já existentes no país e estimular e fortalecer uma rede nacional de criação e gestão cultural. Nossa reflexão toma como base os Novos Mapas Conceituais (BRASIL, 2009) sistematizados de forma colaborativa nos documentos do projeto Cultura Viva. O segundo quadro teórico de referência é a síntese propositiva dos desafios que a cultura participativa contemporânea coloca à mídia-educação, elaborada por um grupo de pesquisadores norte-americanos sob a coordenação de Henry Jenkins (JENKINS et al., 2006). Outro tema que atravessa a discussão neste artigo é o da tradução como mediação intercultural, que surge na busca por fazer aproximar e convergir ideias sobre mídia-educação e cultura participativa advindas de diferentes domínios linguísticos e culturais. A reflexão sobre essas diferentes realidades (propostas práticas, quadros teóricos e documentos) tenta resumir e organizar um imenso número de questões, por meio de um trabalho coletivo, polifônico e comprometido com as práticas culturais cotidianas, em escolas e comunidades. Nossa tentativa de “fazê-los conversar”, aqui apenas iniciada, é necessariamente um convite a que mais colegas entrem na conversa.

Megaeventos esportivos e formação de professores em Educação física Megaeventos esportivos e formação de professores em Educação física

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Adicionado em: 06/12/2013
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FERMINO, Antonio Luis; POFFO, Bianca Natália; SANTOS, Silvan Menezes. Megaeventos esportivos e formação de professores em Educação física: um estudo de caso. Motrivivência, ano XXV, nº 41, p. 115-127, dez./2013.

RESUMO

Os megaeventos proporcionam diversas discussões nas universidades, eventos acadêmicos e também em momentos informais. Em meio a tantas reflexões, este estudo pretende discutir os megaeventos esportivos no sentido de compreender e apontar como eles podem refletir na formação dos futuros professores de Educação Física. A fase empírica foi realizada com acadêmicos do curso de Licenciatura em Educação Física, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O ESPORTE-SIMULAÇÃO O ESPORTE-SIMULAÇÃO

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MORAIS, Rodrigo Augusto Resende; MENDES, Diego de Sousa. O esporte-simulação: o que é possível aprender com os jogos eletrônicos? Atos de Pesquisa em Educação, Blumenau/SC, v. 8, n. 1, p. 209-238, jan./abr. 2013.

RESUMO

O videogame assume forma relevante em nossa sociedade, assim, este trabalho buscou compreender como esta tecnologia pode se integrar à Educação/Educação Física. A partir de entrevista com jovens jogadores, tentamos evidenciar quais as possibilidades de aprendizado sobre esportes nos games, e para tanto, pesquisamos os jogos eletrônicos “Brasfoot” e “Cartola FC” (estes se enquadram nas categorias Manager Game e Fantasy Game, respectivamente). A pesquisa é constituída por um levantamento dos estudos sobre o tema, entrevista com dois jogadores de 15 anos, e análise de dados por meio de análise de conteúdo. Observamos que o aprendizado não se manifesta apenas na área Educação Física, e a mediação docente é essencial para o esclarecimento de contradições presentes nos games. Consideramos que o uso dos games pode levar à substituição das experiências formativas, mas também é fonte de saberes relevantes para os sujeitos do estudo, o que leva a necessidade de ver os jogos eletrônicos como um aliado no ensino de questões sobre a cultura esportiva.

ENTRE BOLAS, CONES E CONSOLES ENTRE BOLAS, CONES E CONSOLES

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CRUZ JUNIOR, Gilson. Entre bolas, cones e consoles: desafios dos jogos digitais no contexto da mídia-educação (física). Atos de Pesquisa em Educação, Blumenau/SC, v. 8, n. 1, p. 287-305, jan./abr. 2013.

RESUMO

Permeado pelos princípios da mídia-educação, este artigo discute sobre a temática dos jogos digitais, com o objetivo de identificar alguns dos pontos de tensão presentes em sua articulação com a Educação Física. Como resultado, infere que os fatores responsáveis pela não utilização de jogos digitais como instrumentos didáticos, são semelhantes àqueles que impedem a inserção de outras tecnologias, nos contextos de ensino-aprendizagem. Também observa que a abordagem genérica do objeto, indiferente às especificidades da linguagem dos videogames, contribui para a cristalização de formas de compreensão limitadas, que obstam tanto a decodificação plena das mensagens veiculadas por este meio, quanto o reconhecimento de seu potencial expressivo.